A construtora divulgou nesta quarta-feira os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), com lucro líquido de R$ 450 milhões, alta de 12% ante o mesmo período de 2025. A receita líquida atingiu R$ 2,1 bilhões, impulsionada por lançamentos e vendas. Analistas do BTG Pactual e do Itaú BBA mantêm recomendação de compra, com preços-alvo entre R$ 32 e R$ 38.
Segundo o balanço, a margem bruta subiu para 34,5%, ante 33,2% no 2T25, reflexo de eficiência operacional e ajuste de preços. As vendas contratadas somaram R$ 1,8 bilhão, alta de 15% na comparação anual. O banco de terrenos segue robusto, com potencial de lançamentos de R$ 8 bilhões.
Resultados financeiros do 2T26
Lucro líquido e receita
A companhia reportou lucro líquido de R$ 450 milhões, acima da mediana das expectativas do mercado, que era de R$ 420 milhões (consenso Bloomberg). A receita líquida de R$ 2,1 bilhões veio em linha com o projetado.
Margens e eficiência
A margem bruta de 34,5% representa ganho de 1,3 ponto percentual ante o 2T25. A margem líquida ficou em 21,4%, ante 20,1% no mesmo período de 2025. O EBITDA ajustado somou R$ 520 milhões, com margem de 24,8%.
Recomendações e preços-alvo
BTG Pactual: compra e preço-alvo de R$ 38
O BTG Pactual manteve recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 38 para os próximos 12 meses, potencial de alta de 22% sobre o fechamento de ontem. O banco cita a geração de caixa e a disciplina de capital como diferenciais.
Itaú BBA: compra e preço-alvo de R$ 35
O Itaú BBA também reiterou compra, com preço-alvo de R$ 35. O banco destaca a aceleração de vendas e a melhora de margens como catalisadores. A recomendação se baseia no valuation atraente, com múltiplo P/L de 8,5x para 2026.
Outras casas: preços-alvo entre R$ 32 e R$ 38
O Credit Suisse manteve outperform, com preço-alvo de R$ 32. Já o Goldman Sachs tem recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 30, citando riscos macroeconômicos. O consenso do mercado aponta para upside médio de 18%.
O que esperar para o segundo semestre
Para o 2S26, a construtora projeta lançamentos de R$ 4 bilhões, com foco em segmento de média renda. A empresa mantém guidance de margem bruta entre 33% e 35%. O mercado acompanha a evolução das vendas e a disciplina de capital.
Analistas do BTG Pactual esperam que a companhia mantenha o ritmo de crescimento, com lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no acumulado de 2026 resultados de construtoras no 2T26.
Perguntas Frequentes
Qual foi o lucro da construtora no 2T26?
O lucro líquido foi de R$ 450 milhões, alta de 12% ante o 2T25.
Qual a recomendação dos analistas para a ação?
BTG Pactual e Itaú BBA mantêm recomendação de compra, com preços-alvo entre R$ 35 e R$ 38.
Qual o preço-alvo médio da ação?
O consenso do mercado aponta para preço-alvo médio de R$ 35, com upside de 18% sobre o fechamento de ontem.
O que impulsionou os resultados?
O aumento de vendas e a melhora de margens, com margem bruta de 34,5%, foram os principais vetores.
Qual a perspectiva para o segundo semestre?
A construtora projeta lançamentos de R$ 4 bilhões e mantém guidance de margem bruta entre 33% e 35%.