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Construtora entrega 2T26 sólido e analistas mantêm recomendação de compra; veja preços-alvo

ResumoA Construtora reportou lucro líquido de R$ 450 milhões no 2T26, alta de 12% ante o mesmo período de 2025. Analistas do BTG Pactual e do Itaú BBA mantêm recomendação de compra para a ação, com preços-alvo entre R$ 32 e R$ 38.

A construtora reportou lucro líquido de R$ 450 milhões no 2T26, alta de 12% ante o mesmo período de 2025. Analistas do BTG Pactual e do Itaú BBA mantêm recomendação de compra, com preços-alvo entre R$ 32 e R$ 38. Veja os destaques do balanço.

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Construtora entrega 2T26 sólido e analistas mantêm recomendação de compra; veja preços-alvo
Foto: Viva Capital · Construtora entrega 2T26 sólido e analistas mantêm recomendação de compra; veja preços-alvo · 17 jul 2026

A construtora divulgou nesta quarta-feira os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), com lucro líquido de R$ 450 milhões, alta de 12% ante o mesmo período de 2025. A receita líquida atingiu R$ 2,1 bilhões, impulsionada por lançamentos e vendas. Analistas do BTG Pactual e do Itaú BBA mantêm recomendação de compra, com preços-alvo entre R$ 32 e R$ 38.

Segundo o balanço, a margem bruta subiu para 34,5%, ante 33,2% no 2T25, reflexo de eficiência operacional e ajuste de preços. As vendas contratadas somaram R$ 1,8 bilhão, alta de 15% na comparação anual. O banco de terrenos segue robusto, com potencial de lançamentos de R$ 8 bilhões.

Resultados financeiros do 2T26

Lucro líquido e receita

A companhia reportou lucro líquido de R$ 450 milhões, acima da mediana das expectativas do mercado, que era de R$ 420 milhões (consenso Bloomberg). A receita líquida de R$ 2,1 bilhões veio em linha com o projetado.

Margens e eficiência

A margem bruta de 34,5% representa ganho de 1,3 ponto percentual ante o 2T25. A margem líquida ficou em 21,4%, ante 20,1% no mesmo período de 2025. O EBITDA ajustado somou R$ 520 milhões, com margem de 24,8%.

Recomendações e preços-alvo

BTG Pactual: compra e preço-alvo de R$ 38

O BTG Pactual manteve recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 38 para os próximos 12 meses, potencial de alta de 22% sobre o fechamento de ontem. O banco cita a geração de caixa e a disciplina de capital como diferenciais.

Itaú BBA: compra e preço-alvo de R$ 35

O Itaú BBA também reiterou compra, com preço-alvo de R$ 35. O banco destaca a aceleração de vendas e a melhora de margens como catalisadores. A recomendação se baseia no valuation atraente, com múltiplo P/L de 8,5x para 2026.

Outras casas: preços-alvo entre R$ 32 e R$ 38

O Credit Suisse manteve outperform, com preço-alvo de R$ 32. Já o Goldman Sachs tem recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 30, citando riscos macroeconômicos. O consenso do mercado aponta para upside médio de 18%.

O que esperar para o segundo semestre

Para o 2S26, a construtora projeta lançamentos de R$ 4 bilhões, com foco em segmento de média renda. A empresa mantém guidance de margem bruta entre 33% e 35%. O mercado acompanha a evolução das vendas e a disciplina de capital.

Analistas do BTG Pactual esperam que a companhia mantenha o ritmo de crescimento, com lucro líquido de R$ 1,8 bilhão no acumulado de 2026 resultados de construtoras no 2T26.

Perguntas Frequentes

Qual foi o lucro da construtora no 2T26?

O lucro líquido foi de R$ 450 milhões, alta de 12% ante o 2T25.

Qual a recomendação dos analistas para a ação?

BTG Pactual e Itaú BBA mantêm recomendação de compra, com preços-alvo entre R$ 35 e R$ 38.

Qual o preço-alvo médio da ação?

O consenso do mercado aponta para preço-alvo médio de R$ 35, com upside de 18% sobre o fechamento de ontem.

O que impulsionou os resultados?

O aumento de vendas e a melhora de margens, com margem bruta de 34,5%, foram os principais vetores.

Qual a perspectiva para o segundo semestre?

A construtora projeta lançamentos de R$ 4 bilhões e mantém guidance de margem bruta entre 33% e 35%.

“A construtora reportou lucro líquido de R$ 450 milhões no 2T26, alta de 12% ante o mesmo período de 2025. Analistas do BTG Pactual e do Itaú BBA mantêm recomendação de compra, com preços-alvo entre R$…”
Larissa Monteiro · Editor(a) Investimentos · Viva Capital PRO
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