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Esses negócios estão em risco segundo o bilionário Mark Cuban, análise completa

ResumoO bilionário Mark Cuban identificou setores como agências de viagens tradicionais, imobiliário residencial e varejo físico como negócios em risco de extinção. A análise baseia-se em tendências de mercado, como digitalização e mudanças no comportamento do consumidor, indicando que empresas desses segmentos precisam se adaptar rapidamente para sobreviver.

O bilionário Mark Cuban, conhecido por seus investimentos em tecnologia, apontou setores que podem desaparecer nos próximos anos. A análise dele não se baseia em opinião, mas em tendências de mercado e dados econômicos. Entenda quais negócios estão na mira e o que fazer.

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Esses negócios estão em risco segundo o bilionário Mark Cuban, análise completa
Foto: Viva Capital · Esses negócios estão em risco segundo o bilionário Mark Cuban, análise completa · 17 jul 2026

Esses negócios estão em risco segundo o bilionário Mark Cuban

Mark Cuban, investidor e proprietário do Dallas Mavericks, não é conhecido por previsões otimistas. Ele alerta que setores inteiros podem desaparecer nos próximos anos. A análise dele não se baseia em opinião, mas em tendências de mercado e dados econômicos. Segundo Cuban, negócios que dependem de intermediários desnecessários estão no topo da lista de risco.

Setores ameaçados por intermediários desnecessários

Cuban argumenta que a tecnologia permite que consumidores e fornecedores se conectem diretamente. Agências de viagens tradicionais, por exemplo, já sentiram o impacto. Com plataformas como Airbnb e Booking.com, o viajante reserva tudo online, sem precisar de um agente. O mesmo ocorre com corretores de imóveis, que veem sua comissão de 6% ameaçada por plataformas como Zillow e Redfin. Cuban afirma que qualquer negócio que "apenas liga dois pontos" está em risco.

Agências de viagens tradicionais

O mercado de agências de viagens nos EUA encolheu 40% entre 2010 e 2020, segundo dados da American Society of Travel Advisors. No Brasil, a tendência é similar. Com a popularização de buscadores como Kayak e Trivago, o papel do agente de viagens se torna cada vez mais obsoleto. Cuban alerta que a pandemia acelerou essa tendência, com consumidores aprendendo a planejar viagens sozinhos.

Corretagem de imóveis

A comissão de 6% sobre o valor do imóvel, padrão nos EUA, está sob ataque. Startups como Opendoor e Offerpad oferecem compra direta de imóveis, eliminando o corretor. No Brasil, o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI) regula a profissão, mas plataformas como QuintoAndar já oferecem aluguel sem corretor. Cuban vê a corretagem imobiliária como um dos setores mais vulneráveis.

Negócios baseados em mão de obra repetitiva

Cuban também aponta setores que dependem de mão de obra repetitiva e baixa qualificação. A automação e a inteligência artificial estão substituindo tarefas manuais em ritmo acelerado. Segundo ele, quem não se adaptar a novas tecnologias pode perder o emprego.

Caixas de supermercado

O caixa de supermercado é uma das profissões mais ameaçadas. Nos EUA, redes como Walmart e Kroger já testam checkouts automatizados. No Brasil, o Grupo Pão de Açúcar implementou caixas de autoatendimento em várias lojas. Dados do IBGE mostram que o setor de comércio varejista emprega cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil, mas a automação pode reduzir esse número em 20% até 2030.

Atendentes de telemarketing

O telemarketing é outro setor em risco. Com chatbots e assistentes virtuais, empresas como a Magazine Luiza já usam IA para atendimento ao cliente. Cuban alerta que a qualidade do atendimento pode melhorar, mas os empregos de baixa qualificação tendem a desaparecer. Segundo a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), o setor emprega 1,5 milhão de pessoas no Brasil, mas a automação pode reduzir esse número em 30% até 2025.

Como se proteger dos riscos

Cuban recomenda que empreendedores e investidores foquem em negócios que ofereçam valor real, não apenas intermediação. Para quem trabalha em setores ameaçados, a dica é se requalificar. Cursos de programação, análise de dados e marketing digital são áreas com alta demanda. Cuban também sugere que investidores evitem ações de empresas que dependem de intermediários. Em vez disso, busquem setores como tecnologia da informação e saúde.

Investimento em tecnologia

A tecnologia é o setor que mais cresce, mas também o mais volátil. Cuban recomenda diversificar entre empresas de software, hardware e serviços de nuvem. Segundo ele, a inteligência artificial é a maior oportunidade desde a internet. Investir em ETFs de tecnologia, como o QQQ, pode ser uma estratégia de longo prazo.

Requalificação profissional

Para quem está em setores ameaçados, a requalificação é essencial. Cursos online gratuitos ou de baixo custo, como os oferecidos pela Fundação Bradesco e pelo Senac, podem ajudar. Cuban sugere que profissionais busquem áreas como análise de dados, cibersegurança e desenvolvimento de software. Essas áreas têm alta demanda e salários acima da média.

O alerta de Cuban para investidores

Cuban não está apenas fazendo previsões. Ele está alertando investidores sobre riscos reais. Quem tem ações de empresas de corretagem imobiliária ou agências de viagens tradicionais deve reavaliar suas posições. Cuban sugere que invistam em empresas que estão na vanguarda da tecnologia, como Amazon, Google e Microsoft. No Brasil, empresas como Totvs e Linx podem ser alternativas.

Disclaimer

Este conteúdo não constitui recomendação de investimento. Antes de tomar qualquer decisão, consulte um profissional habilitado e analise seu perfil de risco.

Perguntas Frequentes

Quais setores Mark Cuban considera mais arriscados?

Cuban aponta agências de viagens tradicionais, corretagem de imóveis, caixas de supermercado e telemarketing como os setores mais vulneráveis.

Por que Cuban acredita que esses negócios estão em risco?

Ele argumenta que a tecnologia permite a conexão direta entre consumidores e fornecedores, eliminando intermediários. Além disso, a automação substitui mão de obra repetitiva.

Como investidores podem se proteger?

Cuban recomenda focar em empresas de tecnologia, diversificar a carteira e evitar ações de setores ameaçados.

Profissionais desses setores devem se preocupar?

Sim, mas Cuban sugere requalificação profissional para áreas como programação, análise de dados e marketing digital.

O alerta de Cuban se aplica ao Brasil?

Sim, as tendências são globais. No Brasil, setores como comércio varejista e telemarketing também estão sob risco de automação.

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“O bilionário Mark Cuban, conhecido por seus investimentos em tecnologia, apontou setores que podem desaparecer nos próximos anos. A análise dele não se baseia em opinião, mas em tendências de mercado…”
Eduardo Tannous · Editor(a) Investimentos · Viva Capital PRO
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