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7 tipos de investimento para iniciantes em 2025

ResumoO guia "7 tipos de investimento para iniciantes em 2025" lista opções do conservador ao arrojado, como Tesouro Direto, CDBs, fundos imobiliários e ações. Cada tipo inclui exemplos práticos e critérios de escolha baseados em perfil de risco e objetivos financeiros. A seleção prioriza acessibilidade e segurança para novos investidores.

Investir pela primeira vez pode gerar dúvidas. Neste guia, apresento 7 tipos de investimento para iniciantes em 2025, do mais conservador ao mais arrojado, com exemplos práticos e critérios para escolher o seu.

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Juros das famílias seguem elevados e chegam a 64% ao ano, di
Foto: Viva Capital · Juros das famílias seguem elevados e chegam a 64% ao ano, di · 29 jun 2026

Se você está começando a investir em 2025, a primeira pergunta que surge é: por onde começar? A boa notícia é que existem opções para todos os perfis, desde o mais conservador até quem busca maior retorno no longo prazo. Neste guia, apresento 7 tipos de investimento para iniciantes, explicando o risco, o potencial de retorno e como escolher o seu. Lembre-se: investir é maratona, não corrida. Nada aqui é recomendação de compra, sempre estude antes de decidir.

1. Tesouro Direto Selic

O Tesouro Direto Selic é o título público mais seguro do Brasil, pois acompanha a taxa Selic. Para iniciantes, ele funciona como uma poupança turbinada: rende mais que a caderneta e tem liquidez diária (você pode resgatar a qualquer momento). O risco é praticamente zero, já que o governo federal garante o pagamento. Exemplo: se você investir R$ 1.000 hoje, em um ano com Selic a 10,5% ao ano, terá cerca de R$ 1.105 (antes do IR). Ideal para reserva de emergência.

2. CDB com liquidez diária

CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título emitido por bancos. A versão com liquidez diária permite resgatar o dinheiro a qualquer momento, sem perda de rentabilidade. Para iniciantes, é uma alternativa ao Tesouro Direto, mas com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF e instituição. Exemplo: um CDB que paga 100% do CDI rende praticamente o mesmo que o Tesouro Selic. Prefira bancos grandes ou médios para minimizar risco.

3. Fundos de Renda Fixa

Fundos de renda fixa são carteiras geridas por profissionais que investem em títulos públicos e privados. Para quem não quer escolher cada ativo, é uma mão na roda. O risco é baixo, mas atente às taxas de administração: acima de 1% ao ano pode corroer o retorno. Exemplo: um fundo DI que cobra 0,5% ao ano e rende 95% do CDI. Ideal para quem quer diversificar sem esforço, mas exige análise do histórico do gestor.

4. Fundos Imobiliários (FIIs)

Fundos imobiliários investem em imóveis (galpões, shoppings, lajes corporativas) e distribuem aluguéis mensais. Para iniciantes, são uma porta de entrada no mercado imobiliário sem ter que comprar um imóvel. O risco é moderado: vacância (imóvel vazio) e oscilação de cotas na Bolsa. Exemplo: um FII de galpões logísticos pode pagar R$ 0,80 por cota ao mês, o que equivale a um dividend yield de 8-10% ao ano. Comece com fundos grandes e líquidos.

5. Ações de empresas sólidas

Ações representam pequenas frações de empresas. Para iniciantes, o ideal é focar em empresas de setores estáveis (bancos, elétricas, saneamento) com histórico de lucro e dividendos. O risco é alto no curto prazo, mas no longo prazo (acima de 5 anos) o retorno supera a renda fixa. Exemplo: uma ação de banco grande que paga dividendos de 6% ao ano e valoriza 8% em 12 meses. Nunca invista dinheiro que você pode precisar amanhã.

6. ETFs de Renda Fixa e Ações

ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos negociados em Bolsa que replicam índices, como o Ibovespa ou o IMA-B. Para iniciantes, oferecem diversificação instantânea com uma única cota e taxas baixas (0,2-0,5% ao ano). O risco varia conforme o índice: ETFs de renda fixa são conservadores; de ações, voláteis. Exemplo: um ETF que replica o Ibovespa rende, em média, 10% ao ano no longo prazo, mas pode cair 20% em um ano. Ideal para quem quer investir sem escolher ações.

7. LCIs e LCAs (Letras de Crédito)

LCIs (Imobiliárias) e LCAs (Agronegócio) são títulos isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas. Emitidos por bancos, têm cobertura do FGC e prazo mínimo de 9 meses (LCI) ou 12 meses (LCA). O risco é baixo, mas a liquidez é menor: você não pode resgatar antes do vencimento sem perder parte do rendimento. Exemplo: uma LCA que paga 90% do CDI, isenta de IR, equivale a um CDB de 105% do CDI (já que o IR não incide). Ótima para quem tem horizonte de 1 a 3 anos.

Como escolher o seu primeiro investimento?

Se você está começando, minha sugestão prática é: monte uma reserva de emergência de 3 a 6 meses de gastos em Tesouro Selic ou CDB com liquidez diária. Depois, diversifique aos poucos: 70% em renda fixa (CDB, LCI/LCA, fundos DI) e 30% em renda variável (FIIs, ETFs ou ações de empresas sólidas). Aos 30 anos, você pode assumir mais risco; aos 50, prefira segurança. Estude cada ativo, entenda o risco e nunca invista em algo que você não compreende.

Perguntas Frequentes

Qual o melhor investimento para iniciantes?

O melhor é aquele que combina segurança, liquidez e simplicidade: Tesouro Direto Selic ou CDB com liquidez diária. Ambos rendem acima da poupança, têm risco baixo e permitem resgate a qualquer momento. Comece por eles.

Quanto rende R$ 1.000 por mês no CDI?

Com a Selic a 10,5% ao ano, R$ 1.000 aplicados por mês em um CDB que paga 100% do CDI rendem aproximadamente R$ 12.600 após 12 meses (considerando IR de 20% sobre o lucro). O valor líquido final seria cerca de R$ 12.400.

Qual é o melhor investimento para iniciantes hoje?

Hoje, com a Selic elevada, o Tesouro Direto Selic e os CDBs com liquidez diária são os mais indicados. Se você tem prazo de 2 anos ou mais, considere LCIs/LCAs isentas de IR para maximizar o retorno líquido.

Como juntar R$ 4.000 em 3 meses?

Para juntar R$ 4.000 em 3 meses, você precisa guardar cerca de R$ 1.334 por mês. Aplique em Tesouro Selic ou CDB com liquidez diária para não perder poder de compra. O rendimento será pequeno (cerca de R$ 60), mas o hábito de poupar é o mais importante.

Qual o risco de investir em ações?

Ações podem cair 30% ou mais em um ano. O risco é alto no curto prazo, mas no longo prazo (acima de 5 anos) o retorno médio do Ibovespa é de cerca de 10% ao ano. Invista apenas dinheiro que você não vai precisar nos próximos 5 anos.

Preciso de muito dinheiro para começar?

Não. Você pode começar com R$ 30 no Tesouro Direto ou R$ 100 em um CDB. O importante é criar o hábito de investir regularmente. Com R$ 200 por mês, em 10 anos você acumula cerca de R$ 40 mil (considerando rendimento de 8% ao ano).

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Eduardo Tannous · Editor(a) Investimentos · Viva Capital PRO
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