No final do primeiro trimestre de 2026, o rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro era de R$ 3.722, segundo a Pnad Contínua. Para muitos, salários de dois dígitos seguem distantes. Mas Alex Hisatomi, diretor de data analytics da Empiricus, conseguiu triplicar o próprio salário em cinco anos, impulsionado pela inteligência artificial.
A trajetória de Hisatomi reflete a ascensão de data analytics e, mais recentemente, da IA. Com 26 anos de carreira, ele passou por Apple, Santander, Bradesco e Cogna. No início, a profissão era "coisa de nerd", e os analistas de dados eram "o porão do porão da tecnologia". A virada veio quando empresas perceberam o potencial de transformar grandes volumes de dados em resultados, usando machine learning e deep learning.
Hisatomi viu a IA redefinir sua carreira: "Em cinco anos, meu salário multiplicou, triplicou". Hoje, como diretor de data analytics, ele ocupa uma das cadeiras no topo da pirâmide salarial. Segundo o Guia Salarial da Robert Half, um diretor da área pode receber até R$ 39.500 por mês no Brasil.
Para ele, a revolução da IA está só começando. "Todo trabalhador de escritório vai usar mais do que o dobro de inteligência artificial do que usa hoje para conseguir se manter empregado", afirma. O domínio da tecnologia deixará de ser diferencial e virará pré-requisito. "Quem não usar IA vai ficar para trás", aposta.
Foi com essa visão que a Empiricus criou a Especialização Executiva Certificada em Inteligência Artificial, comandada por Hisatomi. As três primeiras aulas estão liberadas gratuitamente, para que qualquer profissional possa começar a implantar mudanças com IA no trabalho e impulsionar a carreira.