Pague Menos (PGMN3) lucra R$ 73,6 milhões no 2T26, alta de 22,2%
A Pague Menos (PGMN3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 73,6 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). O número representa uma alta de 22,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A rede de farmácias também viu a margem Ebitda atingir o maior patamar da história.
Qual foi o lucro da Pague Menos no 2T26? O lucro líquido ajustado foi de R$ 73,6 milhões, com crescimento de 22,2% na comparação anual. A receita líquida somou R$ 3,99 bilhões entre abril e junho, avanço de 8%.
Receita e vendas em mesmas lojas crescem
A receita bruta da companhia cresceu 9,3%, para R$ 4,34 bilhões. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo crescimento de 8% nas vendas em mesmas lojas, indicador que mede o desempenho de unidades abertas há mais de 12 meses.
O resultado reforça a tendência de recuperação operacional da varejista, que vem de um ciclo de desalavancagem. No trimestre, a alavancagem caiu de 2,6 vezes para 1,8 vez o Ebitda, marcando o 12º trimestre consecutivo de redução.
Margem Ebitda recorde de 6,5%
O Ebitda ajustado alcançou R$ 281,7 milhões, alta de 15,4% em um ano. A margem Ebitda avançou de 6,1% para 6,5%, o maior patamar da história da companhia.
Segundo a empresa, o resultado veio da diluição de despesas. No release, a companhia afirmou que a margem de 6,5% torna o 2T26 o trimestre de maior rentabilidade operacional da história.
Vendas digitais ultrapassam R$ 1 bilhão
As vendas pelos canais digitais superaram R$ 1 bilhão pela primeira vez em um trimestre. O crescimento foi de 40,6% sobre o 2T25. Esses canais passaram a representar 24,1% das vendas totais.
A marca é um marco para a estratégia omnichannel da rede. A companhia destacou que as vendas digitais ultrapassaram R$ 1 bilhão em um único trimestre pela primeira vez.
Rede e participação de mercado
A companhia encerrou junho com 1.695 lojas. A participação de mercado ficou em 6,7%, alta de 0,13 ponto percentual em um ano. O avanço ocorre em um setor altamente competitivo, com grandes redes disputando espaço em todo o país.
O que esperar da Pague Menos daqui para frente
Para quem acompanha a ação, o ponto de atenção é a sustentabilidade da margem. A desalavancagem contínua dá fôlego financeiro, mas o crescimento das vendas digitais exige investimento constante em logística e tecnologia investimentos em tecnologia no varejo farmacêutico.
Outro fator a observar é a competição no setor. A participação de mercado de 6,7% ainda deixa espaço para expansão, mas a pressão sobre preços pode limitar ganhos de margem no curto prazo concorrência no setor farmacêutico brasileiro.
Perguntas Frequentes
A Pague Menos pagou dividendos no 2T26?
A fonte não informa sobre distribuição de dividendos no período. O foco do release foi o resultado operacional e a desalavancagem.
Quantas lojas a Pague Menos tem?
A companhia encerrou junho com 1.695 lojas.
O que significa margem Ebitda?
É a relação entre o Ebitda e a receita líquida. No 2T26, ficou em 6,5%, o maior da história da empresa.
As vendas digitais representam quanto das vendas?
Os canais digitais passaram a representar 24,1% das vendas totais no trimestre.
A alavancagem da Pague Menos está caindo?
Sim. A alavancagem caiu de 2,6 vezes para 1,8 vez o Ebitda, o 12º trimestre consecutivo de desalavancagem.
