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OranjeBTC (OBTC3) anuncia ETF DIGY11 na B3; Itaú BBA distribui

ResumoOranjeBTC (OBTC3) confirmou a estreia do Digital Yield ETF (DIGY11) na B3 para terça-feira (15), às 9h. O Itaú BBA atua como estruturador e distribuidor do primeiro ETF dedicado a Bitcoin Treasuries na bolsa brasileira, ampliando o acesso de investidores a produtos regulados de exposição indireta ao Bitcoin.

OranjeBTC (OBTC3) confirmou a estreia do Digital Yield ETF (DIGY11) na B3 para terça-feira (15), às 9h. O Itaú BBA será o estruturador e distribuidor do primeiro ETF dedicado a Bitcoin Treasuries na bolsa brasileira.

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OranjeBTC (OBTC3) anuncia ETF DIGY11 na B3; Itaú BBA distribui
Foto: Viva Capital · OranjeBTC (OBTC3) anuncia ETF DIGY11 na B3; Itaú BBA distribui · 11 set 2026

A OranjeBTC (OBTC3), maior Bitcoin Treasury da América Latina, anunciou que o lançamento do Digital Yield ETF (DIGY11) está marcado para a próxima terça-feira (15), às 9h. O Itaú BBA será o estruturador e distribuidor do ETF, segundo comunicado da companhia.

O DIGY11 será o primeiro ETF listado na B3 dedicado a ações preferenciais internacionais emitidas por companhias que usam estratégias de encarteiramento de bitcoin (BTC), as chamadas Bitcoin Treasuries Company ou DATs (Digital Assets Treasuries). Na prática, quem comprar a cota não adquire bitcoin diretamente: adquire exposição a empresas que carregam BTC em seus balanços.

A carteira inicial do fundo será composta por ações preferenciais emitidas pela Strategy (a STRC) e pela Strive (SATA), a primeira e a sétima maiores empresas detentoras de bitcoin do mundo, respectivamente. O fundo terá proteção cambial, liquidez diária e estreia prevista na B3 para o início de setembro.

Estruturado para realizar distribuições mensais em reais, o DIGY11 será gerido pela 3R Investimentos, tendo como índice de referência o MarketVector Bitcoin Treasury Preferred Equity BRL Hedged Index, criado pela MarketVector, empresa do grupo VanEck, que já possui ETFs registrados nos Estados Unidos.

Os rendimentos recebidos dos ativos internacionais da carteira serão convertidos e distribuídos mensalmente em reais aos cotistas, observadas as despesas e demais condições do fundo. Vale a leitura atenta do regulamento antes de aportar: proteção cambial e distribuição mensal não significam retorno garantido, e a tributação de ETFs de renda variável no Brasil segue regras próprias, com retenção na fonte e ajuste na declaração anual. Imposto bem entendido é imposto bem pago, e malha fina pega quem chuta, não quem declara certo.

Para o investidor pessoa física, o ponto de atenção fica na natureza do ativo: não é bitcoin, é ação preferencial de empresa estrangeira empacotada em ETF brasileiro. A distribuição mensal em reais pode agradar quem busca fluxo de caixa, mas o risco de mercado segue o desempenho das próprias companhias do índice. Em caso de dúvida sobre o tratamento fiscal dos rendimentos, o caminho seguro é consultar um contador antes de incluir os valores na sua declaração.

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Patrícia Mendonça · Editor(a) Investimentos · Viva Capital PRO
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