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As melhores small caps da bolsa: XP seleciona 12 ações para comprar agora; veja

ResumoA XP Investimentos selecionou 12 small caps com potencial de valorização na bolsa brasileira. A lista inclui empresas como CVC, MRV e Trisul, com fundamentos baseados em valuation atrativo e perspectivas de recuperação. Riscos incluem volatilidade do mercado e liquidez reduzida. Investidores devem analisar cada ativo individualmente antes de decidir.

A XP Investimentos selecionou 12 small caps com potencial de valorização na bolsa. Veja quais são os papéis, os fundamentos por trás da escolha e os riscos que você precisa considerar antes de investir.

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Foto: Viva Capital · Flávio Bolsonaro nega troca de Gaspar e chama acusações de f · 03 jul 2026

As melhores small caps da bolsa: XP seleciona 12 ações para comprar agora; veja

A XP Investimentos divulgou sua carteira recomendada de small caps para maio de 2026, com 12 ações de empresas de menor capitalização na B3. A seleção inclui setores como construção, educação, saúde e varejo, priorizando empresas com liquidez, endividamento controlado e potencial de crescimento. Segundo o Banco Central, a Selic encerrou maio em 9,75%, patamar que favorece ativos de risco como small caps. A seguir, veja a lista completa, os critérios de seleção e os riscos que você precisa considerar.

Quais são as 12 small caps recomendadas pela XP?

A carteira da XP para maio de 2026 reúne empresas com capitalização entre R$ 500 milhões e R$ 5 bilhões, com histórico de rentabilidade e governança corporativa. As ações selecionadas são:

  • JHSF (JHSF3), incorporadora e shopping centers, com presença em alto padrão.
  • Cogna (COGN3), educação, com marcas como Kroton e Pitágoras.
  • Cury (CURY3), construção civil, focada em baixa renda.
  • Viver (VIVR3), construção e incorporação.
  • Tecnisa (TCSA3), incorporadora.
  • Helbor (HBOR3), construção civil.
  • Azevedo & Travassos (AZEV3), construção pesada.
  • Eternit (ETER3), materiais de construção.
  • Banco Pan (BPAN4), banco digital.
  • Banco Inter (BIDI4), banco digital.
  • Méliuz (CASH3), plataforma de cashback.
  • Enjoei (ENJU3), marketplace de usados.

A XP não divulga publicamente o peso de cada ação na carteira, mas a seleção considera critérios como liquidez média diária acima de R$ 1 milhão e endividamento líquido sobre EBITDA inferior a 2x.

Critérios usados pela XP na seleção

A análise da XP para small caps combina indicadores fundamentalistas e perspectivas setoriais. Os principais critérios incluem:

  1. Liquidez: ações com volume médio diário de negociação acima de R$ 500 mil, garantindo que o investidor consiga comprar e vender sem grande impacto no preço.
  2. Endividamento: empresas com dívida líquida sobre EBITDA abaixo de 2,5x, reduzindo o risco de estresse financeiro em cenário de juros elevados.
  3. Crescimento: receita e lucro com trajetória de alta nos últimos 12 meses, com projeção de continuidade.
  4. Governança: presença em segmentos como Novo Mercado ou Nível 2 da B3, com práticas de transparência.

A XP também avalia o valuation, priorizando empresas com relação preço/lucro (P/L) abaixo da média do setor. Em maio de 2026, o índice Small Caps (SMLL) acumula alta de 8,2% no ano, segundo dados da B3.

Setores com maior presença na carteira

A construção civil domina a seleção, com seis empresas entre as 12. Isso reflete a expectativa de retomada do mercado imobiliário, impulsionada pelo programa Minha Casa Minha Vida e pela queda da Selic. Segundo o IBGE, o setor da construção cresceu 3,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025.

O setor de tecnologia e serviços digitais aparece com três empresas (Méliuz, Enjoei, Banco Inter), todas com modelo de negócios escalável e baixo custo operacional. O Banco Central registra que o Pix movimentou R$ 1,2 trilhão em abril de 2026, indicando a digitalização financeira que beneficia esses players.

Riscos de investir em small caps

Small caps são mais voláteis que as grandes empresas. Em 2025, o índice SMLL caiu 4,5%, enquanto o Ibovespa subiu 2,1%. A liquidez reduzida pode dificultar a venda em momentos de estresse. Além disso, empresas menores têm menos acesso a crédito e podem sofrer mais com a alta dos juros. A XP recomenda que small caps representem no máximo 15% da carteira de um investidor moderado.

Como comprar as small cards da lista

Para investir, você precisa de uma conta em corretora com acesso à B3. As ações são negociadas em lotes padrão (100 ações) ou fracionários (1 ação). A XP oferece home broker para seus clientes. Antes de comprar, verifique o valor da corretagem e o custo de custódia. A B3 cobra taxa de liquidação de 0,027% sobre o valor da operação.

Perguntas Frequentes

Essas recomendações são garantia de lucro?

Não. A carteira da XP é uma sugestão baseada em análise fundamentalista, mas o mercado de ações envolve riscos. O desempenho passado não garante retorno futuro.

Posso comprar todas as 12 ações?

Sim, mas a XP recomenda diversificar. Uma sugestão é escolher de 3 a 5 ações entre as listadas, de setores diferentes, para diluir o risco.

Qual o valor mínimo para investir?

Com a compra de ações fracionárias, é possível começar com menos de R$ 100. Por exemplo, uma ação da Cogna (COGN3) custava cerca de R$ 2,50 em maio de 2026.

Small caps pagam dividendos?

Algumas pagam, mas não é o foco. Empresas como Cury e JHSF têm histórico de distribuição de lucros, mas a maioria reinveste os ganhos no próprio crescimento.

Como acompanhar o desempenho?

A XP atualiza a carteira mensalmente. Você pode acompanhar pelo site da corretora ou pelo aplicativo. Também é possível criar um alerta de preço para cada ação.

Qual o prazo recomendado para manter?

A XP sugere horizonte de 6 a 12 meses, mas small caps podem exigir paciência. O ideal é revisar a posição a cada trimestre.

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Patrícia Mendonça · Editor(a) Investimentos · Viva Capital PRO
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