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Bolsa sobe 1,3% e atinge maior nível em quase quatro meses

ResumoO Ibovespa fechou em alta de 1,3%, aos 179.722,48 pontos, o maior nível desde maio, impulsionado pela Petrobras. O dólar comercial caiu 0,54%, cotado a R$ 5,153, acompanhando a valorização do petróleo no mercado internacional. O movimento reflete otimismo com ativos de risco, mas exige cautela do investidor diante da volatilidade cambial.

O Ibovespa fechou em alta de 1,3%, aos 179.722,48 pontos, maior nível desde maio, com a Petrobras puxando o avanço. Dólar caiu 0,54%, a R$ 5,153, com petróleo em alta. Entenda o que isso significa para seu bolso.

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Bolsa sobe 1,3% e atinge maior nível em quase quatro meses
Foto: Viva Capital · Bolsa sobe 1,3% e atinge maior nível em quase quatro meses · 02 set 2026

O Ibovespa fechou em alta de 1,3% nesta terça-feira (1º), aos 179.722,48 pontos, o maior nível em quase quatro meses, desde 12 de maio. O dólar comercial caiu 0,54%, vendido a R$ 5,153, acumulando baixa de 6,12% no ano. O movimento foi impulsionado pela alta internacional do petróleo, que favoreceu os ativos brasileiros, com a Petrobras entre os principais destaques.

A escalada dos conflitos entre Estados Unidos e Irã elevou o preço do petróleo, beneficiando as ações da Petrobras, as mais negociadas da bolsa. Os papéis preferenciais subiram 4,11%, e as ordinárias avançaram 4,14%. A companhia também anunciou aumento de 13,9% no preço médio de venda do querosene de aviação (QAV). A produção brasileira de petróleo bateu recorde em julho, chegando a 4,5 milhões de barris por dia, segundo a ANP.

O petróleo WTI fechou em alta de 5,2%, a US$ 90,22 por barril, e o Brent avançou 4,6%, a US$ 94,65, em meio a novos riscos para o fornecimento global, especialmente no Estreito de Ormuz.

Para quem planeja o futuro financeiro da família, o cenário traz sinais mistos. Por um lado, a bolsa em alta e o dólar em queda podem indicar ganhos para quem investe em ações, mas também pressionam a inflação, já que o petróleo mais caro encarece combustíveis e transportes. A perspectiva de juros menores, com a Selic em 14% ao ano, tende a reduzir a atratividade do Brasil para investidores estrangeiros, o que pode limitar o avanço da bolsa no médio prazo.

No exterior, o S&P 500 caiu 0,71%, e o rendimento do título de dez anos do Tesouro estadunidense subiu, refletindo um movimento global de venda de papéis. A bolsa brasileira contrastou com o pessimismo em Wall Street, mas a saída de capital estrangeiro segue no radar: na última sessão de agosto, houve saída líquida de R$ 130 milhões, e no acumulado do mês até o dia 28, o saldo negativo chegava a quase R$ 18,6 bilhões.

O PIB brasileiro cresceu 0,5% no segundo trimestre, após expansão de 1,1% no primeiro, mostrando desaceleração da economia. Isso reforça as expectativas de novos cortes da Selic, o que pode favorecer a bolsa no longo prazo, mas exige cautela: decisões de investimento devem considerar o horizonte de vida da família, não apenas o movimento de um dia.

Planejar cedo é o juro mais barato que existe. Antes de qualquer mudança na carteira, vale revisar os objetivos de longo prazo e conversar com um planejador financeiro. como montar uma carteira de investimentos para aposentadoria

“O Ibovespa fechou em alta de 1,3%, aos 179.722,48 pontos, maior nível desde maio, com a Petrobras puxando o avanço. Dólar caiu 0,54%, a R$ 5,153, com petróleo em alta. Entenda o que isso significa par…”
Henrique Salomão · Editor(a) Investimentos · Viva Capital PRO
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