A Planner divulgou a atualização da carteira recomendada de dividendos para setembro de 2026, com quatro das cinco ações trocadas. Quem busca renda com proventos encontra agora Banco do Brasil (BBAS3), Banrisul (BRSR6), Copasa (CSMG3), Porto (PSSA3) e a única mantida, Telefônica Brasil (VIVT3).
Segundo a casa, a carteira segue com peso fixo de 20% para cada ação. Em agosto, o portfólio recuou 0,60%, contra queda de 1,65% do Índice Dividendos (IDIV).
Por que a Telefônica Brasil ficou
A manutenção de VIVT3 se deve à expectativa de aprovação de JCP no valor estimado de R$ 0,16 por ação, alinhado ao histórico da empresa de antecipar proventos relacionados ao resultado anual.
As novas inclusões e os proventos projetados
As inclusões foram motivadas pela projeção de pagamentos atrativos em setembro. O Banco do Brasil confirmou dois JCPs que somam R$ 0,1369 por ação: um complementar referente ao 2T26, de R$ 0,102456/ação, e outro referente ao 3T26, de R$ 0,034506/ação. A data base é 1º de setembro, com ações ex-juros a partir de 2 de setembro de 2026.
Sobre a Banrisul, a Planner projeta aprovação de JCP de R$ 0,27 por ação, com retorno líquido estimado em 1,6%. Já a Copasa deve aprovar proventos de R$ 0,45 por ação. Por fim, a Porto deve pagar JCP de R$ 0,54 por ação, com retorno líquido estimado em 0,9%.
Quem tinha BB Seguridade (BBSE3), Caixa Seguridade (CXSE3), Taesa (TAEE11) e Vale (VALE3) na carteira de agosto precisa se atentar: essas quatro saíram do portfólio na nova versão.
Como toda projeção de proventos depende de aprovação em assembleia e do desempenho das companhias, vale acompanhar os calendários de cada empresa antes de decidir. Se você quer montar uma carteira de dividendos, o ideal é avaliar o histórico de pagamentos e a consistência dos resultados, não apenas a projeção de um mês.