O Ibovespa (IBOV) acompanha nesta sessão a ata da última reunião de política monetária do Banco Central Europeu, a taxa de desemprego no Brasil, o início do Simpósio de Jackson Hole, os pedidos semanais de seguro-desemprego nos Estados Unidos e indicadores de inflação e mercado de trabalho no Japão. A agenda externa concentra as atenções, com o mercado avaliando sinais de política monetária das principais economias.
No radar doméstico, a divulgação da taxa de desemprego brasileira entra na pauta do dia. O dado, que mede a proporção de pessoas sem trabalho no país, é um dos termômetros da atividade econômica local e pode influenciar as expectativas para a trajetória de juros.
Lá fora, o Simpósio de Jackson Hole, que reúne banqueiros centrais de todo o mundo, começa hoje. O evento é tradicionalmente um palco para sinalizações sobre os próximos passos da política monetária americana, e qualquer comentário de dirigentes tende a mexer com os mercados globais.
Dos Estados Unidos, saem ainda os pedidos semanais de seguro-desemprego, indicador que ajuda a medir a saúde do mercado de trabalho americano. Do Japão, os investidores acompanham dados de inflação e de mercado de trabalho, que podem dar pistas sobre a postura do Banco do Japão.
Além disso, a ata do Banco Central Europeu traz detalhes sobre o raciocínio por trás da última decisão de juros na zona do euro, o que pode orientar apostas para os próximos encontros.
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No fim do dia, a combinação desses fatores define o tom do Ibovespa, que segue sensível a mudanças nas expectativas globais de juros e liquidez. Cripto, por sua vez, costuma reagir ao mesmo cenário macro, mas com volatilidade ainda maior, então quem opera ativos digitais deve observar os mesmos eventos com atenção redobrada.