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Shein: fim da taxa das blusinhas é vitória para consumidor

ResumoA Shein comemorou a aprovação do fim da taxa das blusinhas, que eliminava o imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. A medida, que segue para sanção presidencial, beneficia consumidores de menor renda ao reduzir custos de importação. A nova legislação impõe exigências adicionais às plataformas de e-commerce, como transparência tributária e conformidade aduaneira.

A Shein comemorou a aprovação do fim da taxa das blusinhas, que eliminava o imposto de 20% sobre compras de até US$ 50. A medida, que segue para sanção, deve beneficiar consumidores de menor renda e traz novas exigências para as plataformas.

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Shein: fim da taxa das blusinhas é vitória para consumidor
Foto: Viva Capital · Shein: fim da taxa das blusinhas é vitória para consumidor · 07 set 2026

A Shein classificou como uma vitória para o consumidor brasileiro a aprovação, pelo Congresso, do fim da chamada "taxa das blusinhas". A medida elimina o Imposto de Importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. Segundo a varejista, a mudança deve beneficiar sobretudo consumidores de menor renda.

O texto foi aprovado pela Câmara e pelo Senado na quarta-feira, 2, e agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A cobrança havia entrado em vigor em agosto de 2024 e atingia remessas internacionais de pequeno valor.

Para Felipe Feistler, presidente da Shein Brasil, a mudança amplia não apenas o poder de compra, mas também as opções disponíveis ao consumidor. "A decisão contribui para um ambiente de consumo mais inclusivo e democrático", afirmou. Na avaliação da Shein, o fim da cobrança tende a beneficiar especialmente consumidores das classes C, D e E. A varejista afirma ter mais de 50 milhões de consumidores no País e mais de 45 mil vendedores brasileiros em seu marketplace.

O fim da cobrança vem acompanhado de novas exigências para as plataformas habilitadas no Remessa Conforme. Empresas como Shein, Shopee, Amazon e AliExpress terão de verificar dados de vendedores, manter canais de denúncia, retirar ofertas ilegais, suspender infratores e enviar relatórios trimestrais ao Conselho Nacional de Combate à Pirataria.

A medida também prevê avaliações periódicas do Ministério da Fazenda sobre os efeitos do regime de tributação das remessas internacionais sobre emprego, renda, preços e competitividade da indústria e do varejo nacionais. A primeira análise deverá ser publicada em até três meses.

Do ponto de vista do investidor conservador, a notícia não altera diretamente a renda fixa, mas ajuda a entender o cenário de consumo. Quando o consumidor de menor renda ganha poder de compra, o varejo tende a aquecer, o que pode influenciar a inflação de curto prazo e, por consequência, a trajetória da Selic. Quem acompanha CDBs e Tesouro Direto sabe: entender o juro é metade do investimento. como a Selic afeta seus investimentos

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Roberto Yokota · Editor(a) Economia · Viva Capital PRO
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