Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) aparecem com 13% das intenções de voto cada uma na disputa pelas duas vagas ao Senado por São Paulo. André do Prado (PL) registra 11% e Guilherme Derrite (PP), 10%, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11).
Os quatro nomes estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.
O levantamento ouviu 1.610 eleitores de São Paulo entre os dias 8 e 10 de setembro, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-04189/2026.
Os números completos da pesquisa
Ricardo Salles (Novo) soma 5%. Geraldo Rufino (Podemos) e Guto Schiavetto (Missão) têm 3% cada. Soninha Francine (Cidadania), Marcio Alves (UP), Dra. Eliana Ferreira (PSTU), William Teixeira (Agir) e Maíra de Souza (UP) aparecem com 2% cada.
Ednelson Cesaretti (PCO) tem 1%. Weller Gonçalves (PSTU) e Petter Maahs (PCB) não pontuaram.
Brancos, nulos ou nenhum somam 18%, e os indecisos representam 14%. O cenário considera as menções para a primeira e a segunda vagas ao Senado em um total reduzido a 100%, mantendo a proporção entre candidatos, votos brancos e nulos e indecisos.
O que esses 18% e 14% dizem ao eleitor
Quem acompanha eleição sabe que pesquisa não é resultado. O bloco de brancos, nulos e indecisos chega a 32% somados, fatia maior que a de qualquer candidato individual. Isso significa que a disputa pelas duas vagas segue aberta.
Como tributarista, evito opinar sobre voto. Mas o eleitor que quer decidir com calma tem uma vantagem: sobram quase dois meses para comparar propostas antes de definir. Pesquisa serve para retratar o momento, não para antecipar a urna.
Se você declara imposto de renda, lembre que doações eleitorais seguem regras próprias da Receita e não entram como dedução comum. Na dúvida, consulte um contador antes de misturar as coisas.