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Lula pede investigações "a quem doer" no caso Master e reformas

ResumoO presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou investigações completas no caso Master, afirmando que as apurações devem atingir "quem doer" e sem proteção a envolvidos. Lula também defendeu reformas nos sistemas político e Judiciário, em resposta ao relatório da Polícia Federal que cita autoridades. A declaração reforça o compromisso com a transparência institucional.

O presidente Lula pediu investigações abrangentes no caso Master, sem "blindagem", e defendeu reformas nos sistemas político e Judiciário. A fala ocorre após relatório da PF envolver autoridades.

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Lula pede investigações "a quem doer" no caso Master e reformas
Foto: Viva Capital · Lula pede investigações "a quem doer" no caso Master e reformas · 04 set 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta quinta-feira (3) investigações envolvendo o banco Master sem qualquer "blindagem", defendendo que o país não pode ficar refém de "vazamentos seletivos". Em vídeo divulgado à noite, Lula também reconheceu a necessidade de reformas nos sistemas judiciário e político, chamando à responsabilidade os chefes do Supremo Tribunal Federal e da Procuradoria-Geral da República para garantir a integridade das apurações.

"O escândalo do Banco Master é o maior roubo da história do Brasil. Roubaram milhões de pessoas de muitos Estados e municípios", disse Lula, acrescentando que há "suspeita de políticos e agentes públicos envolvidos". Ele defendeu que "se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer". A fala foi gravada após a divulgação, na terça-feira, de relatório da Polícia Federal pelo ministro André Mendonça, produzido a pedido dele, que implica o colega de toga Alexandre de Moraes e outras autoridades em condutas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master.

A intenção da equipe de Lula ao gravar o vídeo era posicioná-lo institucionalmente e distanciá-lo da crise, sem abarcar o capítulo mais recente: a decisão de Moraes de enviar ao presidente da corte, Edson Fachin, um pedido para investigar Mendonça. "Diante da gravidade do momento, o povo brasileiro espera que o presidente da Suprema Corte e a Procuradoria-Geral da República liderem um processo que garanta a integridade e a confiança nas investigações", afirmou Lula.

Para o investidor, o episódio reforça riscos institucionais que costumam amplificar a volatilidade de curto prazo. Quem tem posição em renda variável deve lembrar que ruído político não muda fundamento, mas pode mudar o preço na semana. Minha lente é sempre a mesma: avalie o risco antes do retorno. Não é recomendação de compra ou venda; é um convite a revisar seu horizonte e sua diversificação, porque investir é maratona, não corrida. como a volatilidade política afeta seus investimentos

“O presidente Lula pediu investigações abrangentes no caso Master, sem "blindagem", e defendeu reformas nos sistemas político e Judiciário. A fala ocorre após relatório da PF envolver autoridades.”
Eduardo Tannous · Editor(a) Economia · Viva Capital PRO
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