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IBC-Br: Prévia do PIB sobe 0,1% em maio e supera expectativas

ResumoO Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou alta de 0,1% em maio, superando as expectativas do mercado. O resultado indica resiliência da economia brasileira, embora o ritmo de crescimento permaneça inferior ao observado em 2024, quando o Produto Interno Bruto (PIB) oficial atingiu R$ 11,7 trilhões, conforme dados do IBGE.

O IBC-Br, prévia do PIB calculada pelo Banco Central, subiu 0,1% em maio, superando as projeções de mercado. O resultado acende um sinal de resiliência da atividade econômica, mas ainda abaixo do ritmo de 2024, quando o PIB oficial atingiu R$ 11,7 trilhões (IBGE) [fact:1]. Veja a

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IBC-Br: Prévia do PIB sobe 0,1% em maio e supera expectativas
Foto: Viva Capital · IBC-Br: Prévia do PIB sobe 0,1% em maio e supera expectativas · 17 jul 2026

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,1% em maio na comparação com abril, acima das projeções de analistas, que esperavam estabilidade. Conhecido como prévia do PIB, o dado indica que a economia brasileira mantém fôlego, mesmo em meio a juros elevados e incertezas fiscais.

O IBC-Br de maio registrou alta de 0,1% ante abril, superando as expectativas do mercado, que previa estabilidade ou leve recuo. O indicador, divulgado pelo Banco Central, é uma proxy mensal do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2024, o PIB oficial do Brasil fechou em R$ 11,744 trilhões, segundo o IBGE. O dado de maio sugere que a atividade econômica no segundo trimestre de 2025 começa com tração positiva, embora o ritmo seja inferior ao observado no ano passado.

Por que o IBC-Br surpreendeu?

A alta veio em um cenário de aperto monetário, com a Selic em 10,50% ao ano. Setores como serviços e indústria mostraram resiliência, enquanto o agro sentiu o impacto de condições climáticas adversas. O resultado do IBC-Br de maio indica que a demanda interna ainda sustenta o crescimento, especialmente em consumo de serviços e investimentos pontuais.

Diferença entre IBC-Br e PIB oficial

O IBC-Br é um indicador mensal do Banco Central, enquanto o PIB oficial é trimestral e calculado pelo IBGE. O primeiro usa dados de produção industrial, vendas no varejo, serviços e arrecadação de impostos. O segundo considera a ótica da demanda (consumo, investimento, gastos do governo e exportações líquidas). Em 2024, o PIB oficial foi de R$ 11,744 trilhões (IBGE), e o IBC-Br acumulou alta de 3,4% no ano. Para 2025, a mediana das projeções do mercado aponta crescimento do PIB em torno de 2,0%.

O que esperar do PIB em 2025?

Com o IBC-Br de maio acima do esperado, analistas revisam levemente para cima as estimativas para o segundo trimestre. Ainda assim, o ritmo de crescimento deve perder força na segunda metade do ano, reflexo dos juros altos e do menor impulso fiscal. O mercado acompanha de perto os próximos indicadores de emprego e renda para calibrar as projeções.

Impacto nos juros e no câmbio

O dado mais forte pode adiar cortes na Selic, já que o Banco Central prioriza o controle da inflação. A alta do IBC-Br também tende a valorizar o real no curto prazo, por atrair fluxo de capital estrangeiro. Contudo, o efeito é limitado se o cenário fiscal não mostrar melhora consistente.

Perguntas Frequentes

O que é o IBC-Br?

É o Índice de Atividade Econômica do Banco Central, uma prévia mensal do PIB. Ele antecipa a tendência do crescimento econômico.

Qual a diferença entre IBC-Br e PIB?

O IBC-Br é mensal e usa dados parciais; o PIB é trimestral e calculado pelo IBGE com metodologia mais abrangente.

O IBC-Br de maio foi positivo?

Sim, subiu 0,1% em relação a abril, superando as expectativas do mercado.

O que o IBC-Br de maio sinaliza para a economia?

Sinaliza que a atividade econômica começou o segundo trimestre com tração, mas o ritmo deve desacelerar ao longo do ano.

Como o IBC-Br afeta os juros?

Um IBC-Br mais forte reduz a chance de cortes na Selic, pois o Banco Central pode esperar mais para confirmar a desaceleração da inflação.

“O IBC-Br, prévia do PIB calculada pelo Banco Central, subiu 0,1% em maio, superando as projeções de mercado. O resultado acende um sinal de resiliência da atividade econômica, mas ainda abaixo do ritm…”
Adriana Buarque · Editor(a) Economia · Viva Capital PRO
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