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Brasil não deixará de negociar tarifas impostas pelos EUA, diz Durigan

ResumoDario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, afirmou que o Brasil não deixará de negociar as tarifas impostas pelos Estados Unidos. A declaração foi feita em evento em Brasília, reforçando a busca por um acordo comercial equilibrado entre os dois países.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Brasil não deixará de negociar as tarifas impostas pelos Estados Unidos. A declaração foi dada em evento em Brasília, reforçando a busca por um acordo comercial equilibrado. Entenda os detalhes da estra

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Brasil não deixará de negociar tarifas impostas pelos EUA, diz Durigan
Foto: Viva Capital · Brasil não deixará de negociar tarifas impostas pelos EUA, diz Durigan · 17 jul 2026

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Brasil não deixará de negociar as tarifas impostas pelos Estados Unidos. A declaração foi dada durante evento em Brasília, reforçando a estratégia do governo de buscar um acordo comercial equilibrado, sem recorrer a retaliações imediatas.

O Brasil não deixará de negociar as tarifas impostas pelos EUA, segundo Durigan. A fala ocorre em meio a tensões comerciais entre os dois países, com os EUA impondo tarifas sobre produtos brasileiros. Durigan defendeu que o diálogo é o melhor caminho para proteger a competitividade nacional, sem escalar o conflito comercial.

A declaração de Durigan

Segundo o Ministério da Fazenda, Dario Durigan afirmou que "o Brasil não deixará de negociar" as tarifas impostas pelos EUA, durante evento em Brasília. A declaração foi feita em resposta a perguntas sobre a postura brasileira diante das novas barreiras comerciais americanas.

Durigan destacou que o governo brasileiro buscará um acordo que proteja a competitividade nacional, sem recorrer a retaliações imediatas. Ele mencionou que a prioridade é o diálogo diplomático, com reuniões bilaterais previstas para as próximas semanas.

Impactos para o comércio bilateral

As tarifas impostas pelos EUA afetam setores como siderurgia, alumínio e produtos agrícolas. O Brasil é um dos maiores fornecedores de aço para o mercado americano, com exportações que somaram US$ 3,2 bilhões em 2025 (dados do Ministério da Economia).

Para o agricultor brasileiro, a situação é delicada. Quem exporta suco de laranja ou carne bovina para os EUA há anos sabe que tarifas elevadas podem inviabilizar contratos. Durigan reconheceu o risco, mas afirmou que o governo está preparado para mitigar impactos com linhas de crédito e apoio à diversificação de mercados.

Estratégia brasileira: diálogo, não retaliação

Diferente de gestões anteriores, o atual governo optou por não responder com tarifas recíprocas. A estratégia é negociar caso a caso, priorizando acordos setoriais. Durigan citou que o Brasil já solicitou consultas formais à Organização Mundial do Comércio (OMC).

O secretário-executivo afirmou que retaliações imediatas poderiam prejudicar outros setores da economia, como o de máquinas e equipamentos, que depende de insumos americanos. A ideia é manter o fluxo comercial enquanto se busca uma solução negociada.

Reações do setor produtivo

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apoiou a postura do governo, mas pediu agilidade nas negociações. Em nota, a CNI disse que "o tempo é um fator crítico" para evitar perdas de mercado. Já a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) sugeriu que o Brasil acione o mecanismo de solução de controvérsias da OMC.

impactos das tarifas dos EUA no agronegócio brasileiro

Perguntas Frequentes

O que Durigan disse sobre as tarifas dos EUA?

Durigan afirmou que o Brasil não deixará de negociar as tarifas impostas pelos EUA, priorizando o diálogo diplomático.

Qual a estratégia do Brasil diante das tarifas?

O governo optou por negociações bilaterais e consultas à OMC, sem retaliações imediatas.

Quais setores são mais afetados?

Siderurgia, alumínio, produtos agrícolas e suco de laranja estão entre os mais impactados.

O Brasil vai retaliar os EUA?

Não há previsão de retaliação imediata. O governo busca acordo negociado.

Quando começarão as negociações?

Reuniões bilaterais estão previstas para as próximas semanas, segundo Durigan.

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Adriana Buarque · Editor(a) Economia · Viva Capital PRO
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