# Governo não vai deixar brasileiros na mão, afirma Durigan sobre tarifaço

> Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, afirmou que o governo não abandonará os brasileiros diante do tarifaço. Medidas de proteção econômica estão previstas para mitigar impactos no planejamento financeiro das famílias no longo prazo. A declaração busca assegurar suporte estatal em meio a ajustes tarifários.

*Viva Capital · Economia · 15 de julho de 2026 · Henrique Salomão*

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo não vai deixar brasileiros na mão diante do tarifaço. Entenda as medidas de proteção econômica previstas e como elas impactam o planejamento financeiro das famílias no longo prazo.

## Governo não vai deixar brasileiros na mão, afirma Durigan sobre tarifaço

Em meio às incertezas do cenário internacional, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, declarou que o governo não vai deixar brasileiros na mão diante do tarifaço. A afirmação busca tranquilizar a população sobre os impactos das novas tarifas comerciais e sinaliza que o governo prepara medidas de proteção econômica.

## O que disse Dario Durigan sobre o tarifaço?

Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, afirmou que o governo federal está atento aos efeitos do tarifaço sobre a economia doméstica. Segundo ele, a equipe econômica trabalha em ações para mitigar possíveis impactos sobre o emprego, a renda e o custo de vida das famílias brasileiras.

"O governo não vai deixar brasileiros na mão. Estamos monitorando a situação e preparando medidas que garantam a proteção dos trabalhadores e das empresas".

A declaração foi feita durante evento em Brasília, na última semana, e reforça o compromisso do governo com a estabilidade econômica.

## Como o tarifaço pode afetar a economia brasileira?

O tarifaço, que consiste no aumento de tarifas de importação sobre produtos estrangeiros, pode gerar pressões inflacionárias e afetar setores que dependem de insumos importados. Para as famílias, o principal risco é o aumento do custo de vida, especialmente em itens como eletrônicos, máquinas e componentes industriais.

Segundo o IBGE, a inflação acumulada em 12 meses encerrou maio em 4,2% (IBGE, IPCA mensal, mai/2026). Um tarifaço mal calibrado poderia elevar esse índice, pressionando o orçamento doméstico.

## Medidas que o governo pode adotar

O governo federal já estuda um pacote de medidas para conter os efeitos do tarifaço. Entre as possibilidades estão:

- Subsídios temporários para setores estratégicos, como o agronegócio e a indústria automotiva.
- Ampliação de linhas de crédito com juros subsidiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
- Redução de impostos federais sobre produtos essenciais que utilizam insumos importados.
- Fortalecimento do seguro-desemprego e de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.

O Banco Central também pode atuar, ajustando a taxa básica de juros (Selic) para controlar a inflação sem comprometer o crescimento. Segundo o Banco Central, a Selic encerrou maio em 9,75%, patamar não visto desde 2024.

## Impacto no planejamento financeiro das famílias

Para quem planeja a aposentadoria e a segurança financeira da família, o tarifaço acende um alerta. Quando o custo de vida sobe, o poder de compra cai, e o planejamento de longo prazo precisa ser revisado.

Nós, como planejadores financeiros, recomendamos:

- Reavaliar o orçamento familiar, identificando despesas que podem ser cortadas ou postergadas.
- Manter uma reserva de emergência equivalente a seis meses de gastos essenciais.
- Considerar investimentos atrelados à inflação, como o Tesouro IPCA+, que protege o poder de compra.
- Evitar dívidas em moeda estrangeira ou com juros variáveis, que podem se tornar mais caras.

Planejar cedo é o juro mais barato que existe. Quem começa a se preparar para cenários adversos com antecedência reduz o impacto de choques econômicos.

## O que esperar do governo nos próximos meses

O governo federal deve anunciar nas próximas semanas as medidas concretas para enfrentar o tarifaço. A expectativa é que haja um diálogo com setores produtivos e com a sociedade civil para calibrar as ações.

Dario Durigan planejamento financeiro em tempos de crise também destacou que o governo manterá a responsabilidade fiscal, evitando medidas que comprometam as contas públicas no longo prazo.

## Perguntas Frequentes

### O que é o tarifaço?

O tarifaço é o aumento de tarifas de importação sobre produtos estrangeiros, geralmente adotado como medida de proteção à indústria nacional ou como resposta a barreiras comerciais de outros países.

### Dario Durigan é quem?

Dario Durigan é o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, cargo equivalente ao de vice-ministro. Ele é responsável por coordenar as ações da equipe econômica e representar o ministro em negociações.

### O governo vai dar algum auxílio financeiro?

O governo estuda medidas como subsídios, linhas de crédito e fortalecimento de programas sociais, mas ainda não há definição sobre valores ou prazos. A declaração de Durigan indica que o governo está comprometido em proteger a população.

### Como o tarifaço afeta quem está se aposentando?

Para quem está próximo da aposentadoria, o tarifaço pode reduzir o poder de compra da renda fixa. Por isso, é importante diversificar os investimentos e incluir ativos que acompanhem a inflação.

### Quando as medidas serão anunciadas?

O governo não divulgou uma data específica, mas a expectativa é que as primeiras medidas sejam anunciadas nas próximas semanas, após negociações com setores produtivos.

Quem começa a planejar cedo reduz o impacto de choques econômicos. Revisar o orçamento, manter reservas e diversificar investimentos são passos essenciais para proteger o futuro da família.

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Fonte (canonical): https://vivacapital.com.br/economia/8216governo-nao-vai-deixar-brasileiros-mao8217-afirma-durigan-sobre-tarifaco/
